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novembro 3, 2026
Imagem de abertura do vídeo com uma cabeça masculina e representação gráfica do encéfalo e das conexões neurais.
Gustavo Isolan e colaboradores discutem o momento de intervir em cada lado em um paciente de 24 anos com neurofibromatose tipo 2 e schwannomas vestibulares gigantes bilaterais. O tumor esquerdo produzia maior ameaça pela compressão do tronco encefálico e foi priorizado no planejamento.
Imagem do campo microcirúrgico do ângulo pontocerebelar, com uma lesão arredondada e tecidos adjacentes expostos.
Um schwannoma vestibular de grande volume não elimina, por si só, a discussão sobre preservação auditiva. O artigo de Gustavo Isolan e colaboradores apresenta um homem de 26 anos com lesão Koos IV à esquerda e audição funcional antes da intervenção.
Composição do resumo visual com um rosto feminino e detalhes circulares relacionados à avaliação e à reconstrução facial.
O acompanhamento da paralisia facial pode indicar a necessidade de uma reconstrução mesmo quando o nervo permaneceu contínuo na cirurgia. Gustavo Isolan integra o grupo de autores que descreve essa situação em uma mulher de 23 anos com neurofibromatose tipo 2, após retirada de schwannoma vestibular Koos IV.
Ilustração do acesso translabiríntico ao osso temporal, mostrando nervos e vasos expostos no campo operatório.
Uma paralisia facial importante logo após a cirurgia teve recuperação progressiva no caso publicado com participação de Gustavo Isolan. A paciente, de 56 anos, apresentava schwannoma vestibular Koos IV à esquerda e já não possuía audição útil naquele ouvido.
Ilustração em corte lateral da cabeça mostrando a introdução de um endoscópio pelo nariz em direção à base do crânio.
O Prof. Dr. Gustavo Isolan e colaboradores apresentam uma lesão rara do clivo cujo tratamento foi planejado pela linha média da base do crânio. A paciente, de 46 anos, tinha paresia do sexto nervo craniano e um angioma envolvendo diferentes porções dessa estrutura óssea.
Ilustração lateral da cabeça com exposição do osso temporal, ouvido e estruturas da mandíbula em uma abordagem cirúrgica.
O envolvimento da mandíbula pode modificar a extensão de uma cirurgia para carcinoma do osso temporal. No relato de Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores, os exames de uma mulher de 58 anos com dor e perda auditiva revelaram erosão do côndilo mandibular.
Ilustração da base do cérebro com vasos, nervos e uma lesão próxima à região hipofisária, acompanhada de instrumentos cirúrgicos.
A diferença entre preservar uma estrutura e preservar sua função é um dos pontos centrais deste artigo coassinado por Gustavo Isolan. O trabalho descreve uma adolescente de 13 anos com craniofaringioma calcificado, alteração visual e extensão da lesão para a região posterior ao quiasma e o terceiro ventrículo.
Ilustração da região suprasselar com vasos, nervos e instrumentos utilizados na exposição microcirúrgica de um tumor.
Como retirar uma lesão suprasselar sem comprometer as estruturas responsáveis pela visão e pela função hormonal? Essa questão organiza o caso descrito pelo Prof. Dr. Gustavo Isolan e colaboradores em um adolescente de 14 anos com redução do campo visual e tumor epidermoide.
Ilustração anatômica do ouvido mostrando o bulbo jugular próximo ao canal semicircular posterior e um instrumento no campo cirúrgico.
Um contato anormal entre o bulbo jugular e o canal semicircular posterior foi a principal alteração identificada no caso publicado por Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores. A paciente, de 61 anos, apresentava zumbido intenso e autofonia, sensação de ouvir a própria voz de maneira amplificada.
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