Reinervação da face após schwannoma vestibular: da avaliação seriada à reconstrução

Composição do resumo visual com um rosto feminino e detalhes circulares relacionados à avaliação e à reconstrução facial.
Imagem do resumo visual do artigo. Crédito: autores e créditos visuais identificados no artigo / BioSCIENCE. e00009. CC BY 4.0. Imagem recortada e redimensionada, sem alteração do conteúdo original.

O acompanhamento da paralisia facial pode indicar a necessidade de uma reconstrução mesmo quando o nervo permaneceu contínuo na cirurgia. Gustavo Isolan integra o grupo de autores que descreve essa situação em uma mulher de 23 anos com neurofibromatose tipo 2, após retirada de schwannoma vestibular Koos IV.

A ausência de recuperação relevante foi acompanhada clinicamente e investigada por eletroneuromiografia oito meses depois. A anastomose hipoglosso-facial foi utilizada para oferecer uma nova fonte de estímulo à musculatura da face.

A publicação registra melhora do grau V para o grau II de House-Brackmann cinco meses após a reconstrução e não relata morbidade significativa do nervo doador. O interesse do caso está na relação entre evolução, avaliação funcional e escolha reconstrutiva, sem definir um resultado previsível para toda paralisia pós-operatória.

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Artigo original: Joel Lavinsky e colaboradores. End-to-End Hypoglossal-Facial Anastomosis Following Anatomically Preserved but Functionally Irreversible Facial Nerve Injury After Resection of a Koos Grade IV Vestibular Schwannoma in a Patient with Neurofibromatosis Type 2: Surgical video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00009. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00009.