Dois corredores para o mesmo defeito: reparo de uma meningoencefalocele temporal

Modelo tridimensional do crânio em vista lateral e inferior, mostrando estruturas ósseas relacionadas ao ouvido e à base do crânio.
Imagem do resumo visual do artigo. Crédito: autores e créditos visuais identificados no artigo / BioSCIENCE. e00021. CC BY 4.0. Imagem recortada e redimensionada, sem alteração do conteúdo original.

Visualizar um defeito por seus lados intracraniano e mastoideo foi a estratégia escolhida no caso coassinado por Gustavo Isolan. A paciente, de 62 anos, tinha uma meningoencefalocele temporal direita associada a alterações auditivas, infecções e perda intermitente de líquido cefalorraquidiano pelo ouvido.

A exposição combinada reuniu mastoidectomia e acesso pela fossa craniana média. Após o reposicionamento do tecido herniado, a reconstrução utilizou fáscia autóloga e um retalho vascularizado do músculo temporal para recompor a separação entre os compartimentos.

O artigo relata cessação da fístula, melhora dos sintomas e ausência de recidiva no seguimento descrito. O vídeo permite entender a escolha dos corredores, sem concluir que uma abordagem combinada seja necessária em toda meningoencefalocele ou tenha vantagem comprovada sobre as alternativas.

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Veja o vídeo que acompanha o artigo

Artigo original: Joel Lavinsky e colaboradores. Combined Transmastoid and Middle Fossa Approach for Meningoencephalocele Repair: Surgical Video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00021. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00021.