Linguagem e vasos profundos definem limites diferentes na cirurgia do glioma insular

Imagem do campo microcirúrgico com tecido cerebral exposto, vasos e instrumentos durante o acesso a uma lesão insular.
Imagem do resumo visual do artigo. Crédito: autores e créditos visuais identificados no artigo / BioSCIENCE. e00029. CC BY 4.0. Imagem recortada e redimensionada, sem alteração do conteúdo original.

O mapeamento funcional e a identificação das artérias profundas responderam a questões distintas neste caso de glioma insular. O trabalho coassinado por Gustavo Isolan descreve uma paciente de 24 anos com epilepsia refratária e lesão no hemisfério dominante esquerdo, próxima ao território lenticulostriado.

Na cirurgia acordada por via transcortical, respostas de linguagem ajudaram a definir a margem posterior. A fronteira medial foi determinada pela posição das artérias lenticulostriadas, com conservação deliberada de tumor junto aos vasos. A Linha de Porto Alegre integrou a avaliação pré-operatória dessa relação.

A análise confirmou glioma grau 2, e o relato informa controle das crises sem alterações permanentes de linguagem ou motricidade. A demonstração mostra por que objetivos funcionais e vasculares se complementam; não apresenta uma técnica capaz de excluir todos os riscos da ressecção.

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Artigo original: Gustavo Rassier Isolan e colaboradores. Transcortical Resection of an Insular Low-Grade Glioma Medial to the Porto Alegre Line: Surgical Strategy for Preservation of the Lenticulostriate Arteries. Surgical video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00029. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00029.