Day

novembro 3, 2026
Modelo tridimensional do crânio em vista lateral e inferior, mostrando estruturas ósseas relacionadas ao ouvido e à base do crânio.
Visualizar um defeito por seus lados intracraniano e mastoideo foi a estratégia escolhida no caso coassinado por Gustavo Isolan. A paciente, de 62 anos, tinha uma meningoencefalocele temporal direita associada a alterações auditivas, infecções e perda intermitente de líquido cefalorraquidiano pelo ouvido.
Ilustração lateral da cabeça com destaque para o ouvido e a região temporal em uma representação de defeito da base do crânio.
Sintomas do ouvido podem ter relação com um defeito na base do crânio. Em relato de Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores, um homem de 42 anos apresentava perda auditiva, zumbido pulsátil, plenitude auricular e episódios de saída de líquido cefalorraquidiano pelo ouvido.
Duas imagens de ressonância magnética lado a lado, em preto e branco, utilizadas no resumo visual do colesteatoma do ápice petroso.
O Prof. Dr. Gustavo Isolan integra a autoria de um relato que reúne dois objetivos no mesmo tratamento: retirar um colesteatoma do ápice petroso e melhorar a função facial. O paciente, de 57 anos, apresentava paralisia crônica após uma operação anterior e lesão envolvendo o osso temporal.
Fotografia de peça anatômica do osso temporal, com marcações e instrumento apontando estruturas relacionadas ao canal semicircular superior.
A relação entre uma falha óssea do ouvido interno e sintomas incapacitantes é discutida em publicação coassinada por Gustavo Isolan. O paciente, de 51 anos, tinha autofonia e manifestações vestibulares associadas à deiscência do canal semicircular superior, confirmada na tomografia.
Ilustração lateral do pescoço com nervos e músculos relacionados à reconstrução hipoglosso-facial.
A evolução clínica pode acrescentar informações que as imagens, isoladamente, não revelam. Em artigo com participação de Gustavo Isolan, uma mulher de 41 anos apresentou agravamento da paralisia facial ao longo de dois anos, apesar da estabilidade radiológica de um hemangioma do nervo facial.
Ilustração em corte da região paraclinoidea, mostrando o nervo óptico e vasos próximos à base do crânio.
Ampliar o espaço de trabalho perto do nervo óptico foi um dos objetivos do planejamento descrito neste artigo de Gustavo Isolan e colaboradores. O paciente, de 63 anos, apresentava aneurisma paraclinoideo direito relacionado ao anel dural distal.
Ilustração de um aneurisma junto aos ramos da artéria cerebral média, com destaque para sua anatomia vascular.
A checagem do fluxo após a colocação do clipe é uma etapa central do caso apresentado por Gustavo Isolan e colaboradores. O trabalho descreve um homem de 53 anos com aneurisma não roto da artéria cerebral média direita, descoberto em uma investigação incidental.
Ilustração da superfície do campo cirúrgico com um vaso arterial aderido à membrana dural e estruturas vasculares adjacentes.
O reconhecimento de uma variação anatômica pode modificar uma etapa da microcirurgia. Nesta nota técnica, com Gustavo Isolan entre os autores, a artéria cerebelar anteroinferior estava aderida à dura-máter petrosa durante a abordagem de um schwannoma vestibular.
Imagem do campo operatório do osso temporal, com estruturas do labirinto e tecidos próximos ao canal auditivo interno expostos.
A largura do corredor cirúrgico e a conservação do labirinto são aspectos discutidos no relato de Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores. O paciente, de 43 anos, possuía um schwannoma vestibular Koos II e audição útil antes do procedimento.
Ilustração anatômica de vasos e nervos no acesso a um pequeno tumor do canal auditivo interno.
A anatomia do canal auditivo interno ocupa o centro deste vídeo coassinado por Gustavo Isolan. A publicação descreve uma jovem de 18 anos com schwannoma vestibular Koos I à direita e audição preservada, para quem foi escolhida a ressecção microcirúrgica.
1 2 3