Preservar o labirinto ao acessar o tumor: vídeo sobre schwannoma Koos II

Imagem do campo operatório do osso temporal, com estruturas do labirinto e tecidos próximos ao canal auditivo interno expostos.
Imagem do resumo visual do artigo. Crédito: autores e créditos visuais identificados no artigo / BioSCIENCE. e00013. CC BY 4.0. Imagem recortada e redimensionada, sem alteração do conteúdo original.

A largura do corredor cirúrgico e a conservação do labirinto são aspectos discutidos no relato de Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores. O paciente, de 43 anos, possuía um schwannoma vestibular Koos II e audição útil antes do procedimento.

A abordagem retrolabiríntica foi organizada atrás do labirinto, com trabalho ósseo para ampliar a exposição sem violar a cápsula ótica. O vídeo relaciona a anatomia desse espaço à identificação do tumor e à dissecção assistida por monitorização dos nervos coclear e facial.

No caso apresentado, a remoção foi completa, com audição e função facial preservadas. A demonstração permite examinar as razões da escolha do acesso, mas não compara probabilidades de preservação entre técnicas nem autoriza extrapolar esse resultado para outras configurações anatômicas.

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Veja o vídeo que acompanha o artigo

Artigo original: Joel Lavinsky e colaboradores. Retrolabyrinthine Approach for Hearing Preservation in Koos Grade II Vestibular Schwannoma – Surgical Nuances for Safe Gross-Total Resection: Surgical Video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00013. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00013.