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novembro 3, 2026
Ilustração da exposição petrosa posterior com estruturas vasculares e nervosas da região petroclival vistas no campo cirúrgico.
A avaliação da anatomia venosa ajuda a compreender a escolha de um acesso à região petroclival. No caso de Gustavo Isolan e colaboradores, uma mulher de 39 anos com meningioma esfenopetroclival direito foi investigada antes da exposição petrosa posterior, incluindo a análise da drenagem da veia de Labbé.
Ilustração de um corredor cirúrgico na base do crânio com cerebelo, vasos e estruturas nervosas expostas.
A conservação de um pequeno remanescente no seio cavernoso integrou o tratamento deste meningioma petroclival gigante publicado por Gustavo Isolan e colaboradores. A paciente, de 24 anos, apresentava dificuldade para engolir e comprometimento cognitivo associados a importante compressão do tronco encefálico.
Imagem do campo microcirúrgico com tecido cerebral exposto, vasos e instrumentos durante o acesso a uma lesão insular.
O mapeamento funcional e a identificação das artérias profundas responderam a questões distintas neste caso de glioma insular. O trabalho coassinado por Gustavo Isolan descreve uma paciente de 24 anos com epilepsia refratária e lesão no hemisfério dominante esquerdo, próxima ao território lenticulostriado.
Fotografia de dissecção microanatômica com vasos e nervos da região silviana e insular identificados no campo.
A extensão da ressecção de um glioma insular pode ser limitada pela necessidade de preservar sua vizinhança arterial. Gustavo Isolan e colaboradores apresentam uma mulher de 42 anos com epilepsia refratária e tumor insular direito cuja porção medial ultrapassava a Linha de Porto Alegre.
Ilustração do globo ocular e da órbita, com estruturas ósseas e um instrumento no campo cirúrgico cranio-orbitário.
O aumento do volume ósseo pode contribuir para o deslocamento do olho em meningiomas em placa da asa do esfenoide. O artigo de Gustavo Isolan e colaboradores descreve uma mulher de 37 anos com proptose direita progressiva e visão preservada na investigação inicial.
Reconstrução de imagem craniana utilizada no resumo visual do tumor fibroso solitário, com destaque gráfico na região posterior do crânio.
A condição do seio venoso antes da operação foi decisiva para o planejamento deste relato de Gustavo Isolan e colaboradores. Um homem de 30 anos apresentava recorrência de tumor fibroso solitário na região occipital esquerda, com invasão de um seio transverso já completamente ocluído na angiografia.
Reconstrução tridimensional da cabeça com uma abertura craniana e vasos utilizados na representação de bypass cerebral.
A documentação de comprometimento da perfusão foi importante para a decisão apresentada por Gustavo Isolan e colaboradores neste caso. O paciente, de 53 anos, continuava a apresentar episódios isquêmicos transitórios apesar do tratamento clínico e tinha estenose significativa da artéria cerebral média.
Montagem de fotografias de dissecção do osso temporal, mostrando diferentes vistas da região posterior ao labirinto.
O acompanhamento prolongado é um destaque deste caso com Gustavo Isolan entre os autores. Um homem de 40 anos apresentava tumor do saco endolinfático à esquerda, com zumbido pulsátil, alterações auditivas e sintomas vestibulares.
Fotografia de dissecção anatômica da região cervical, com exposição de vasos e nervos utilizados como referências cirúrgicas.
Escolher a ordem das intervenções é parte relevante do manejo de paragangliomas múltiplos. A publicação de Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores descreve uma paciente de 46 anos com lesões nos dois corpos carotídeos e no forame jugular direito.
Ilustração anatômica da região do forame jugular, com vasos em vermelho e azul e nervos em amarelo junto ao osso temporal.
O tratamento de um paraganglioma jugular gigante pode reunir decisões vasculares e reconstrutivas. Gustavo Isolan é coautor do relato de uma mulher de 40 anos com perda auditiva, paralisia facial e alterações dos nervos cranianos inferiores, além de um tumor extenso do forame jugular.
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