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Vídeo cirúrgico
Ilustração anatômica de vasos e nervos no acesso a um pequeno tumor do canal auditivo interno.
A anatomia do canal auditivo interno ocupa o centro deste vídeo coassinado por Gustavo Isolan. A publicação descreve uma jovem de 18 anos com schwannoma vestibular Koos I à direita e audição preservada, para quem foi escolhida a ressecção microcirúrgica.
Fotografia de dissecção microanatômica com vasos e nervos da região silviana e insular identificados no campo.
A extensão da ressecção de um glioma insular pode ser limitada pela necessidade de preservar sua vizinhança arterial. Gustavo Isolan e colaboradores apresentam uma mulher de 42 anos com epilepsia refratária e tumor insular direito cuja porção medial ultrapassava a Linha de Porto Alegre.
Imagem do campo operatório do osso temporal, com estruturas do labirinto e tecidos próximos ao canal auditivo interno expostos.
A largura do corredor cirúrgico e a conservação do labirinto são aspectos discutidos no relato de Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores. O paciente, de 43 anos, possuía um schwannoma vestibular Koos II e audição útil antes do procedimento.
Imagem do campo microcirúrgico com tecido cerebral exposto, vasos e instrumentos durante o acesso a uma lesão insular.
O mapeamento funcional e a identificação das artérias profundas responderam a questões distintas neste caso de glioma insular. O trabalho coassinado por Gustavo Isolan descreve uma paciente de 24 anos com epilepsia refratária e lesão no hemisfério dominante esquerdo, próxima ao território lenticulostriado.
Ilustração da superfície do campo cirúrgico com um vaso arterial aderido à membrana dural e estruturas vasculares adjacentes.
O reconhecimento de uma variação anatômica pode modificar uma etapa da microcirurgia. Nesta nota técnica, com Gustavo Isolan entre os autores, a artéria cerebelar anteroinferior estava aderida à dura-máter petrosa durante a abordagem de um schwannoma vestibular.
Ilustração de um corredor cirúrgico na base do crânio com cerebelo, vasos e estruturas nervosas expostas.
A conservação de um pequeno remanescente no seio cavernoso integrou o tratamento deste meningioma petroclival gigante publicado por Gustavo Isolan e colaboradores. A paciente, de 24 anos, apresentava dificuldade para engolir e comprometimento cognitivo associados a importante compressão do tronco encefálico.
Ilustração de um aneurisma junto aos ramos da artéria cerebral média, com destaque para sua anatomia vascular.
A checagem do fluxo após a colocação do clipe é uma etapa central do caso apresentado por Gustavo Isolan e colaboradores. O trabalho descreve um homem de 53 anos com aneurisma não roto da artéria cerebral média direita, descoberto em uma investigação incidental.
Ilustração da exposição petrosa posterior com estruturas vasculares e nervosas da região petroclival vistas no campo cirúrgico.
A avaliação da anatomia venosa ajuda a compreender a escolha de um acesso à região petroclival. No caso de Gustavo Isolan e colaboradores, uma mulher de 39 anos com meningioma esfenopetroclival direito foi investigada antes da exposição petrosa posterior, incluindo a análise da drenagem da veia de Labbé.
Ilustração em corte da região paraclinoidea, mostrando o nervo óptico e vasos próximos à base do crânio.
Ampliar o espaço de trabalho perto do nervo óptico foi um dos objetivos do planejamento descrito neste artigo de Gustavo Isolan e colaboradores. O paciente, de 63 anos, apresentava aneurisma paraclinoideo direito relacionado ao anel dural distal.
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