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Vídeo cirúrgico
Ilustração em corte lateral da cabeça mostrando a introdução de um endoscópio pelo nariz em direção à base do crânio.
O Prof. Dr. Gustavo Isolan e colaboradores apresentam uma lesão rara do clivo cujo tratamento foi planejado pela linha média da base do crânio. A paciente, de 46 anos, tinha paresia do sexto nervo craniano e um angioma envolvendo diferentes porções dessa estrutura óssea.
Fotografia de dissecção anatômica da região cervical, com exposição de vasos e nervos utilizados como referências cirúrgicas.
Escolher a ordem das intervenções é parte relevante do manejo de paragangliomas múltiplos. A publicação de Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores descreve uma paciente de 46 anos com lesões nos dois corpos carotídeos e no forame jugular direito.
Ilustração do acesso translabiríntico ao osso temporal, mostrando nervos e vasos expostos no campo operatório.
Uma paralisia facial importante logo após a cirurgia teve recuperação progressiva no caso publicado com participação de Gustavo Isolan. A paciente, de 56 anos, apresentava schwannoma vestibular Koos IV à esquerda e já não possuía audição útil naquele ouvido.
Montagem de fotografias de dissecção do osso temporal, mostrando diferentes vistas da região posterior ao labirinto.
O acompanhamento prolongado é um destaque deste caso com Gustavo Isolan entre os autores. Um homem de 40 anos apresentava tumor do saco endolinfático à esquerda, com zumbido pulsátil, alterações auditivas e sintomas vestibulares.
Composição do resumo visual com um rosto feminino e detalhes circulares relacionados à avaliação e à reconstrução facial.
O acompanhamento da paralisia facial pode indicar a necessidade de uma reconstrução mesmo quando o nervo permaneceu contínuo na cirurgia. Gustavo Isolan integra o grupo de autores que descreve essa situação em uma mulher de 23 anos com neurofibromatose tipo 2, após retirada de schwannoma vestibular Koos IV.
Reconstrução tridimensional da cabeça com uma abertura craniana e vasos utilizados na representação de bypass cerebral.
A documentação de comprometimento da perfusão foi importante para a decisão apresentada por Gustavo Isolan e colaboradores neste caso. O paciente, de 53 anos, continuava a apresentar episódios isquêmicos transitórios apesar do tratamento clínico e tinha estenose significativa da artéria cerebral média.
Imagem do campo microcirúrgico do ângulo pontocerebelar, com uma lesão arredondada e tecidos adjacentes expostos.
Um schwannoma vestibular de grande volume não elimina, por si só, a discussão sobre preservação auditiva. O artigo de Gustavo Isolan e colaboradores apresenta um homem de 26 anos com lesão Koos IV à esquerda e audição funcional antes da intervenção.
Reconstrução de imagem craniana utilizada no resumo visual do tumor fibroso solitário, com destaque gráfico na região posterior do crânio.
A condição do seio venoso antes da operação foi decisiva para o planejamento deste relato de Gustavo Isolan e colaboradores. Um homem de 30 anos apresentava recorrência de tumor fibroso solitário na região occipital esquerda, com invasão de um seio transverso já completamente ocluído na angiografia.
Imagem de abertura do vídeo com uma cabeça masculina e representação gráfica do encéfalo e das conexões neurais.
Gustavo Isolan e colaboradores discutem o momento de intervir em cada lado em um paciente de 24 anos com neurofibromatose tipo 2 e schwannomas vestibulares gigantes bilaterais. O tumor esquerdo produzia maior ameaça pela compressão do tronco encefálico e foi priorizado no planejamento.
Ilustração do globo ocular e da órbita, com estruturas ósseas e um instrumento no campo cirúrgico cranio-orbitário.
O aumento do volume ósseo pode contribuir para o deslocamento do olho em meningiomas em placa da asa do esfenoide. O artigo de Gustavo Isolan e colaboradores descreve uma mulher de 37 anos com proptose direita progressiva e visão preservada na investigação inicial.
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