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Gustavo Isolan
Ilustração lateral do pescoço com nervos e músculos relacionados à reconstrução hipoglosso-facial.
A evolução clínica pode acrescentar informações que as imagens, isoladamente, não revelam. Em artigo com participação de Gustavo Isolan, uma mulher de 41 anos apresentou agravamento da paralisia facial ao longo de dois anos, apesar da estabilidade radiológica de um hemangioma do nervo facial.
Fotografia de peça anatômica do osso temporal, com marcações e instrumento apontando estruturas relacionadas ao canal semicircular superior.
A relação entre uma falha óssea do ouvido interno e sintomas incapacitantes é discutida em publicação coassinada por Gustavo Isolan. O paciente, de 51 anos, tinha autofonia e manifestações vestibulares associadas à deiscência do canal semicircular superior, confirmada na tomografia.
Ilustração anatômica do ouvido mostrando o bulbo jugular próximo ao canal semicircular posterior e um instrumento no campo cirúrgico.
Um contato anormal entre o bulbo jugular e o canal semicircular posterior foi a principal alteração identificada no caso publicado por Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores. A paciente, de 61 anos, apresentava zumbido intenso e autofonia, sensação de ouvir a própria voz de maneira amplificada.
Duas imagens de ressonância magnética lado a lado, em preto e branco, utilizadas no resumo visual do colesteatoma do ápice petroso.
O Prof. Dr. Gustavo Isolan integra a autoria de um relato que reúne dois objetivos no mesmo tratamento: retirar um colesteatoma do ápice petroso e melhorar a função facial. O paciente, de 57 anos, apresentava paralisia crônica após uma operação anterior e lesão envolvendo o osso temporal.
Ilustração da região suprasselar com vasos, nervos e instrumentos utilizados na exposição microcirúrgica de um tumor.
Como retirar uma lesão suprasselar sem comprometer as estruturas responsáveis pela visão e pela função hormonal? Essa questão organiza o caso descrito pelo Prof. Dr. Gustavo Isolan e colaboradores em um adolescente de 14 anos com redução do campo visual e tumor epidermoide.
Ilustração lateral da cabeça com destaque para o ouvido e a região temporal em uma representação de defeito da base do crânio.
Sintomas do ouvido podem ter relação com um defeito na base do crânio. Em relato de Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores, um homem de 42 anos apresentava perda auditiva, zumbido pulsátil, plenitude auricular e episódios de saída de líquido cefalorraquidiano pelo ouvido.
Ilustração da base do cérebro com vasos, nervos e uma lesão próxima à região hipofisária, acompanhada de instrumentos cirúrgicos.
A diferença entre preservar uma estrutura e preservar sua função é um dos pontos centrais deste artigo coassinado por Gustavo Isolan. O trabalho descreve uma adolescente de 13 anos com craniofaringioma calcificado, alteração visual e extensão da lesão para a região posterior ao quiasma e o terceiro ventrículo.
Modelo tridimensional do crânio em vista lateral e inferior, mostrando estruturas ósseas relacionadas ao ouvido e à base do crânio.
Visualizar um defeito por seus lados intracraniano e mastoideo foi a estratégia escolhida no caso coassinado por Gustavo Isolan. A paciente, de 62 anos, tinha uma meningoencefalocele temporal direita associada a alterações auditivas, infecções e perda intermitente de líquido cefalorraquidiano pelo ouvido.
Ilustração lateral da cabeça com exposição do osso temporal, ouvido e estruturas da mandíbula em uma abordagem cirúrgica.
O envolvimento da mandíbula pode modificar a extensão de uma cirurgia para carcinoma do osso temporal. No relato de Joel Lavinsky, Gustavo Isolan e colaboradores, os exames de uma mulher de 58 anos com dor e perda auditiva revelaram erosão do côndilo mandibular.
Ilustração anatômica da região do forame jugular, com vasos em vermelho e azul e nervos em amarelo junto ao osso temporal.
O tratamento de um paraganglioma jugular gigante pode reunir decisões vasculares e reconstrutivas. Gustavo Isolan é coautor do relato de uma mulher de 40 anos com perda auditiva, paralisia facial e alterações dos nervos cranianos inferiores, além de um tumor extenso do forame jugular.
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