Embolização, controle tumoral e reanimação facial em um paraganglioma jugular gigante

Ilustração anatômica da região do forame jugular, com vasos em vermelho e azul e nervos em amarelo junto ao osso temporal.
Imagem do resumo visual do artigo. Crédito: autores e créditos visuais identificados no artigo / BioSCIENCE. e00022. CC BY 4.0. Imagem recortada e redimensionada, sem alteração do conteúdo original.

O tratamento de um paraganglioma jugular gigante pode reunir decisões vasculares e reconstrutivas. Gustavo Isolan é coautor do relato de uma mulher de 40 anos com perda auditiva, paralisia facial e alterações dos nervos cranianos inferiores, além de um tumor extenso do forame jugular.

A embolização antecedeu a ressecção pela fossa infratemporal. Diante da infiltração do nervo facial, a intervenção incluiu anastomose hipoglosso-facial no mesmo ato, buscando oferecer reinervação à musculatura da face.

Em um ano, o artigo informa ausência de doença residual ou recorrente nas imagens e melhora facial para grau II de House-Brackmann. Os déficits dos nervos cranianos inferiores permaneceram estáveis. A descrição distingue, assim, o controle da lesão e os diferentes resultados funcionais, que não necessariamente evoluem da mesma forma em cada paciente.

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Artigo original: Felipe Salvagni Pereira e colaboradores. Infratemporal Fossa Approach for Microsurgical Resection of a Giant Jugular Foramen Paraganglioma with Simultaneous Hypoglossal-Facial Anastomosis: Surgical Video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00022. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00022.