
Visualizar um defeito por seus lados intracraniano e mastoideo foi a estratégia escolhida no caso coassinado por Gustavo Isolan. A paciente, de 62 anos, tinha uma meningoencefalocele temporal direita associada a alterações auditivas, infecções e perda intermitente de líquido cefalorraquidiano pelo ouvido.
A exposição combinada reuniu mastoidectomia e acesso pela fossa craniana média. Após o reposicionamento do tecido herniado, a reconstrução utilizou fáscia autóloga e um retalho vascularizado do músculo temporal para recompor a separação entre os compartimentos.
O artigo relata cessação da fístula, melhora dos sintomas e ausência de recidiva no seguimento descrito. O vídeo permite entender a escolha dos corredores, sem concluir que uma abordagem combinada seja necessária em toda meningoencefalocele ou tenha vantagem comprovada sobre as alternativas.
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Artigo original: Joel Lavinsky e colaboradores. Combined Transmastoid and Middle Fossa Approach for Meningoencephalocele Repair: Surgical Video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00021. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00021.
