Uma aderência arterial que muda a dissecção durante a cirurgia do schwannoma

Ilustração da superfície do campo cirúrgico com um vaso arterial aderido à membrana dural e estruturas vasculares adjacentes.
Imagem do resumo visual do artigo. Crédito: autores e créditos visuais identificados no artigo / BioSCIENCE. e00014. CC BY 4.0. Imagem recortada e redimensionada, sem alteração do conteúdo original.

O reconhecimento de uma variação anatômica pode modificar uma etapa da microcirurgia. Nesta nota técnica, com Gustavo Isolan entre os autores, a artéria cerebelar anteroinferior estava aderida à dura-máter petrosa durante a abordagem de um schwannoma vestibular.

O vídeo demonstra a mobilização do conjunto formado pelo vaso e pela membrana dural, depois da liberação desta em relação ao osso. A escolha buscou proteger a parede arterial diante do risco de tentar separar diretamente a aderência.

Os autores informam retirada do tumor sem lesão vascular ou complicação isquêmica no caso demonstrado. O material tem utilidade anatômica e educacional, ao explicitar uma decisão diante de um achado operatório, mas não apresenta uma comparação que mensure a diferença de risco entre manobras.

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Veja o vídeo que acompanha o artigo

Artigo original: Joel Lavinsky e colaboradores. Management of the Anterior Inferior Cerebellar Artery Adherent to the Petrous Dura During Vestibular Schwannoma Surgery – Technical Note. Surgical Video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00014. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00014.