Na NF2, a sequência do tratamento também faz parte da preservação auditiva

Imagem de abertura do vídeo com uma cabeça masculina e representação gráfica do encéfalo e das conexões neurais.
Imagem do resumo visual do artigo. Crédito: autores e créditos visuais identificados no artigo / BioSCIENCE. e00011. CC BY 4.0. Imagem recortada e redimensionada, sem alteração do conteúdo original.

Gustavo Isolan e colaboradores discutem o momento de intervir em cada lado em um paciente de 24 anos com neurofibromatose tipo 2 e schwannomas vestibulares gigantes bilaterais. O tumor esquerdo produzia maior ameaça pela compressão do tronco encefálico e foi priorizado no planejamento.

A retirada completa por acesso retrosigmoideo preservou a função facial, mas foi acompanhada de perda auditiva no ouvido operado. A lesão do lado oposto permaneceu sob observação, considerando a audição funcional disponível e a evolução clínica e radiológica.

Cinco anos depois, o relato informa manutenção da audição do lado acompanhado e ausência de indicação para outra intervenção. A experiência ressalta que controle tumoral e conservação da função precisam ser considerados ao longo do tempo, sem transformar a cirurgia bilateral imediata em um objetivo obrigatório.

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Artigo original: Gustavo Rassier Isolan e colaboradores. Microsurgical Management of Bilateral Giant Vestibular Schwannomas in Neurofibromatosis Type 2: Hearing Preservation Strategy Through Staged Resection: Surgical Video. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00011. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00011.